Kabbalah e Alimentação

A ALIMENTAÇÃO CASHER Nossos sábios ensinam que o lar de cada judeu é como um "pequeno Santuário", um local de morada da Presença Divina; e a mesa de refeições é comparada ao altar do Templo Sagrado.

O maior cuidado deveria ser tomado para que somente o que estivesse de acordo com a lei judaica fosse ofertado sobre o altar do Templo. Da mesma maneira, devemos cuidar para que somente o absolutamente correto seja trazido à nossa mesa - o altar em miniatura.

"Pois Eu sou o Senhor vosso D'us; santificai-vos, portanto, e sede santos, pois Santo sou Eu" (Levitico 11:44).Comer é um ato divino – podemos escolher qual o caminho a seguir... saudável ou não. Comer Ochel, em hebraico tem a palavra EL, nome de D´us, e soma 57, soma do tetragrama (26), mais EL (31). Com isto percebemos que no ato da alimentação existe um Trabalho espiritual, que nos liga a D’us.Existe em nós, no olhar da kabbalah, um esforço de elevar tudo aquilo que é mais grotesco ao mais sutil de todas as energias, as formas mais baixas devem ser elevadas as mais altas e assim estas formas passam pela nutrição e denomina-se progresso.

A matéria é absorvida, digerida e utilizada pelo homem e se integrará a sua consciência. E como comemos o alimento para consolidar o corpo material, precisa-se achar o espírito deste alimento, para alimentar o espírito.

Através da Tora podemos descobrir aonde encontramos este espírito. Temos, então, uma necessidade desta energia, esta está adormecida na matéria, despertamos ela nos alimentos pela benção.

Elevando-os, despertamos a alma dele a unir-se a nossa. Ela inundará a nossa alma e o corpo com benefícios ( Birkat Hamazon – sucesso da refeição).Por que precisamos comer? A questão se complica ainda mais quando consideramos que somos mais dependentes de matéria inanimada - ar e água - do que de plantas, e ainda mais de plantas do que de animais.

A hierarquia da Criação parece invertida; normalmente, deveríamos esperar que, quanto mais força vital aparente em alguma coisa, mais vida aquilo seria capaz de conceder."Nem só de pão vive o homem, mas da palavra de D'us" (Deuteronimio 7:3).O sistema digestivo extrai os nutrientes, enquanto a Neshamá, a alma, extrai a centelha Divina que se encontra na natureza.

Estas "centelhas" provêm de uma fonte de Divindade mais elevada ainda que a Neshamá do homem.A energia Divina em cada molécula de alimento é o que realmente nos dá vida. Alimento = LUZO ato de comer, dormir, acordar, caminhar e agir em todas as esferas de nossa vida está intrinsecamente ligado a elevação das centelhas Divinas que se encontram em nosso caminho.

Comer ou beber é apenas uma ínfima, mas essencial, parcela de todas as ações que nos ajudam a entender e a nos aproximar um passo a mais do Criador.

O corpo é o único meio através do qual a alma se expressa. "Assim como o artesão não pode fazer seu trabalho sem as ferramentas adequadas" - escreveu o cabalista do século XlII, Rabi Menachem Recanati - "também a alma não pode cumprir sua tarefa sem um corpo que coopere;

NECESSITAMOS DE DISCIPLINA E AUTOCONSCIENCIA

Comer significa transformar, comer bem significa elevar.

É preciso acrescentar alguns ingredientes aos alimentos: intenção correta, benção sincera, para que possamos nos alimentar da arvore da vida.Comer deveria ser um ato meditativo, onde pudéssemos refletir que aquilo que colocamos para dentro de nós, nos forma, forma pensamentos e emoções. “ Somos o que comemos” Comemos pensamentos, imagens, emoções então deveríamos nos resguardar – aprender a filtrar tudo que nos chega, as 7 aberturas da cabeça vão exatamente corresponder as 7 principais sefirot – emoções internas. Absorvemos poluição, nos poluímos, nos matamos.

O que ingerimos irá fazer parte de nós.“ Aquele que come alimentos que não lhe sejam próprios transgride três mandamentos: desrespeita a si mesmo; deprecia a comida e faz uma benção em vão” A espiritualidade e as leis dietéticas ( o que é cashrut?) A expressão casher (ou kosher) identifica algo "adequado" ou " aquilo que é próprio" aos parâmetros estabelecidos pela Torá. Num primeiro momento era utilizado apenas para classificar alimentos, mas hoje se expandiu para objetos e comportamentos, de modo que não é de todo estranho ouvir pessoas questionando se o rolo de uma mezuzá é casher ou o que seria considerado casher em um relacionamento íntimo.Cashrut é o conjunto destas leis outorgadas por D'us ao povo judeu através do recebimento da Torá, no Monte Sinai.

Este sistema não tem apenas uma função de autocontrole, mas de transformação do indivíduo, e talvez seja mais bem explicado pela própria definição/motivo que nos é dada na Bíblia: "Pois Eu sou seu D'us: vocês devem santificar-se e tomar-se sagrados" (Lev. 11:14) ou "Assim farão para tomarem-se sagrados para Mim" (Lev. 20:26). Por implicação, as leis que expressam a pureza dos alimentos são aquelas que nos mantêm sagrados, purificados e que, em última instância, representam vida.Vida=LUZ=movimento=boa digestão=energiaBEM ESTAR FISICO E ESPIRITUAL Cashrut pertence à categoria das mitsvot, às quais nenhuma explicação racional é dada na Torá.

Ela descreve os tipos de alimentos que a lei da Torá declara adequados à ingestão, assim como a maneira pela qual devem ser preparados.Através do Cashrut mantemos uma conexão com a Luz do Mundo Infinito imaculada.0 alimento Casher possui uma poderosa energia que confere força intelectual e emocional.

Através dele revelamos para o mundo material as centelhas Divinas existentes, elevando a matéria ao nível espiritual. É exatamente o que ocorre cada vez que ingerimos um alimento. D'us através da Torá nos forneceu dicas de como refinar a nossa alma e o nosso corpo através da utilização da matéria e energia.As Leis Cashrut mais conhecidas certamente são as proibições de consumo de carne suína e de frutos do mar, além da mistura de carne com leite e seus derivados, mas há outras.

A Cashrut representa o encontro do corpo e da alma. Comida casher é a dieta da nutrição espiritual para a neshamá, o que traz um refinamento e purificação, logo, a volta a natureza real do ser humano, com a sua verdadeira estética. O ATO DE COMER É VISTO COMO UMA OFERENDA PARA D´USOCHEL (1,20,30 = 51)

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