Rosh Hashaná



Rosh Hashaná - A Porta Para Uma Consciência Superior

“ Iahweh (D´us) falou à Moisés e disse: Fala aos filhos de Israel; diz-lhes: As solenidades de às quais os convocareis são as minhas santas assembleias. Estas são as minhas solenidades...”(Levítico 23,1)

É o aniversário da criação e somos convocados para usufruir desta força, de nos recriar, de vivenciar e conscientizar dos acontecimentos de Adão e Eva. Estaremos entrando em contato com o reinado de D´us e da falibidade humana.

Rosh Hashaná marca o inicio de um novo ciclo, a criação do outro.

É quando podemos recomeçar e reprogramar nosso destino e nosso DNA, que foi limpo no mês anterior.

O Rosh Hashaná ocorre na Lua Nova de Tishrei, Libra e dura dois dias... e estes dias são considerados dias de Julgamento.

Para saber mais sobre isto e seus Rituais entre em contato com a Escola.

SEMANA DE ROSH HASHANÁ

Existem três principais festas judaicas, ou portais dentro da Kabbalah, e duas destas estão ligadas por um importante momento santificado, estas são: Rosh Hashaná e Yom Kipur. E entre estas duas existem os 10 dias, chamados de dias de Teshuva.

A alma após seu nascimento orienta-se em direção a teshuvah, que significa arrependimento, ou melhor, consciência através do Retorno à sua Essência. Este período inclui Rosh Hashana ( Ano Novo) e Yom Kipur, dia da Expiação.

O arrependimento exige uma virada interior da energia psicológica, afim de que nossa natureza mais profunda possa ser esmiuçada, e se possível remodelada para melhor.

O Yom Kipur traz uma procura maior de pureza, com ênfase na abstinência de prazeres corpóreos. Para se chegar ao auge no Yom Kipur, é preciso que haja um compromisso psicológico, um “regime” durante a teshuvah. Será o melhor momento do ano, o momento proporcionado por D´us, pela natureza, pelas estrelas de examinarmos nossas falhas e faltas, estabelecendo resoluções para que prossigamos no caminho superior e em conexão com a consciência superior.

“Depois que Adão e Eva cometeram o pecado original escutaram o Senhor, mas se esconderam da sua presença, por que temiam aproximar-se, e D´us chamou e perguntou , onde estás? Estas palavras, as 1º s que D´us dirige a um homem, tem um significado específico, a desobediência do homem, o encontro do homem com seus instintos, com seu lado animal. Mais do que uma comunicação, é uma pergunta que o homem deve responder a si mesmo, aqui está o ‘julgamento’. Mas D´us não repreende, não julga, pelo seu passado, mostra apenas que está e estará em todo o lugar, e que guiará o homem para o futuro.”

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